| Próxima edição | ||||||||||||||
| | Cidade Aqui ninguém mexe O Rio de Janeiro tem 11 500 casas e prédios tombados ou protegidos. Ao lado de joias como o Paço Imperial e a Biblioteca Nacional, constam da lista milhares de imóveis sem qualquer valor arquitetônico. A questão não é se devemos conservar o passado ou não. Mas sim, quais edificações merecem tal distinção. | ||
| Moda O senhor das estampas Discreto no vestir e dado a idéias megalomaníacas, o "trator" Marcelo Castelão expande sua empresa, que faz tecidos coloridos para algumas das principais grifes do país. | |||
| Consumo O encanto da maçã Inspirada nas lojas lá de fora, maior revenda brasileira da Apple abre na Barra. Só um detalhe não foi copiado: o preço baixo. | |||
| Os destaques do fim de semana | |||
| Teatro FESTA DA SEPARAÇÃO: UM DOCUMENTÁRIO CÊNICO É importante avisar: espectadores apegados à dramaturgia mais tradicional não vão apreciar este espetáculo. O maior trunfo da montagem é mesmo sua distância do convencional. Teatro, música e projeções misturam-se na produção com ponto de partida surpreendente: autores e intérpretes do espetáculo, a atriz Janaína Leite e o músico, filósofo e videomaker Felipe Teixeira Pinto contam no palco o fim do casamento deles na vida real. Antes de morar em casas diferentes, os dois promoveram reuniões para anunciar a decisão a amigos e parentes. Um dos convidados mais freqüentes, o jornalista e cineasta Evaldo Mocarzel registrou vários depoimentos em vídeo - e parte desse material é usada na peça dirigida por Luiz Fernando Marques. Enquanto aguarda a abertura da sala, o público é dividido. Felipe conduz uma parte das pessoas, as acomoda no lado direito da plateia e oferece doses de cachaça. Janaína leva os demais e distribui barras de chocolate. Quando cada um se dirige à sua metade da audiência, mostrando o seu respectivo lado da história, o público perde parte da trama. Esse tropeço é compensado por cenas como a narração sobre a origem do amor, baseada no pensamento do grego Platão, e a delicada receita do rompimento, feitas com a ajuda de bonecos de pelúcia e outros presentes inúteis trocados por namorados. Estas e outras soluções originais resultam em uma experiência para ficar na memória. (75min). 14 anos. Estreou em 28/5/2010.
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| Show THIAGO PETHIT No começo do ano, o cantor e compositor paulistano causou sensação com seu disco de estreia, Berlim, Texas, recheado de suaves faixas em português, francês e inglês e inspirado pelo clima de elegante decadência dos cabarés alemães do início do século XX. Em abril, visitou o Rio para abrir uma apresentação do grupo francês Nouvelle Vague no Circo Voador e agora está de volta: o músico se apresenta no Cinematheque Música Contemporânea, em Botafogo, no domingo (13). Esta é a chance de ouvir com mais atenção pérolas de doce melancolia como Forasteiro, Não se vá, e Sweet Funny Melody, que traz Pethit no piano solo. No palco ele ainda é acompanhado por Camila Lordy (piano), Pedro Penna (ukulele e violão) e Guga Machado (bateria).
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