| Nesta edição: Bovespa, Cosan, Shell, Casas Bahia, Ponto Frio, Pão de Açúcar, Braskem, Sunoco, Santander, Embraer, Mitsubishi, Toyota, Multiplus, TAM, Amil |
 | | | |  | Dívidas de países europeus derrubam a Bovespa Especialistas recomendam aplicar em ações de companhias ligadas ao mercado interno Um dos grandes riscos de 2010 é o de mais países anunciarem problemas fiscais semelhantes aos que se tornaram públicos na Grécia no fim do ano passado. É o que diz Stephen Dover, diretor internacional de investimentos da gestora americana Franklin Templeton, ao blog Direto do Pregão, de EXAME. As principais bolsas do mundo, incluindo a Bovespa, tiveram forte desvalorização nesta semana, com a preocupação de que há graves problemas fiscais na Espanha e em Portugal. Para conseguir emitir títulos públicos, o governo da Espanha teve de pagar uma taxa de juros cerca de 20% mais alta que a de dois meses atrás. Há rumores de que as agências de rating podem rebaixar a classificação de risco do país. Diante da expectativa de mais turbulência, as corretoras posicionaram suas carteiras em papéis de empresas com atividade mais voltada para a economia interna. Apesar da expectativa de um possível aperto monetário para manter a inflação sob controle, os analistas confiam no bom desempenho da economia brasileira, principalmente no primeiro semestre. O fundo americano BlackRock, por exemplo, espera que o Ibovespa atinja 77.000 pontos no final de março. | |  | | Cosan se une a Shell de olho no mercado dos Estados Unidos A Cosan, maior empresa do setor sucroalcooleiro no Brasil, negocia uma parceria com a Shell, avaliada em 12 bilhões de dólares, que vai reunir sob um mesmo teto operações de açúcar, etanol, distribuição de combustíveis e pesquisa. Se o acordo for fechado, a Cosan ganhará um parceiro estratégico para explorar o mercado americano.
A parceria foi anunciada dias antes de os Estados Unidos aprovarem o etanol brasileiro como um combustível que contribui para a redução do efeito-estufa - o que facilita o acesso ao mercado do país. O negócio também mostra que o jogo do etanol está se tornando mais pesado - e as empresas precisam de grande escala para participar dele. | |  | | Acordo com Cade não paralisa fusão Casas Bahia-Ponto Frio Apesar das restrições determinadas pelo órgão, Pão de Açúcar pode seguir com os planos | O acordo firmado com o Cade não impede que o Grupo Pão de Açúcar continue o trabalho de fusão da Casas Bahia com o Ponto Frio. As restrições do acordo provisório de preservação da reversibilidade (Apro) impostas neste caso são bem mais leves. As medidas concentram-se na preservação das marcas e do número de lojas, bem como da estrutura comercial e de crédito de cada rede varejista. Um passo que a empresa já poderá dar é a fusão das estruturas administrativas, operacional e de marketing embora o Cade tenha determinado que as campanhas publicitárias sejam feitas em separado. As compras também poderão ser feitas em conjunto. |  | Lucro do Santander Brasil dispara no quarto trimestre Ações do Banco do Brasil sobem com expectativa de lucro extraordinário  | O Santander Brasil teve lucro líquido de 1,591 bilhão de reais no quarto trimestre, um salto de 76% em relação aos 906 milhões de reais um ano antes. A carteira de crédito da subsidiária do banco espanhol terminou dezembro em 138,394 bilhões de reais, avanço de 1,7% em 12 meses e de 4,1% contra o encerramento do terceiro trimestre. Já o Banco do Brasil divulgou ao mercado que vai apresentar no balanço do quarto trimestre de 2009 um lucro extraordinário de 1,6 bilhão de reais. O ganho refere-se à atualização dos cálculos atuariais da Previ, o fundo de pensão do Banco do Brasil. A notícia agradou os investidores e as ações do banco apresentaram forte alta. | |  | | Braskem compra petroquímica americana Sunoco Estados Unidos são estratégicos para o plano de expansão da brasileira A Braskem comprou 100% da petroquímica americana Sunoco Chemicals por 350 milhões de dólares em dinheiro. A Sunoco tem uma capacidade anual de produção de 950 mil toneladas de polipropileno, o que representa 13% da capacidade total dos Estados Unidos, segundo a Braskem.
A entrada no mercado americano, com a compra de uma operação no país, era um objetivo que vinha sendo perseguido havia tempos pela Braskem. E se insere na estratégia do grupo de se tornar, até 2020, o quinto maior do mundo no setor. Com a Quattor, a Braskem virou a oitava maior do mundo, com capacidade de produção de resinas de 5,5 milhões de toneladas por ano. | |  | | | Ação da Multiplus mais barata A abertura de capital da Multiplus, a gestora de programas de fidelidade da TAM, renderá menos recursos que o esperado. O preço de venda dos papéis foi fixado em 16 reais por ação. O valor ficou abaixo da faixa de 18 a 24 reais, estimada no prospecto preliminar da oferta. | | Embraer na mira dos japoneses A Mitsubishi Aircraft afirma que seu jato MRJ, o primeiro de passageiros criado pelo Japão, vai alcançar 30% do mercado de curta distância em dez anos, competindo com a Embraer. Já a brasileira deve lançar novos aviões em 2011. | Amil compra hospitais A Amil adquiriu 100% da Empresa de Serviços Hospitalares por 60,1 milhões de reais. A ESHO pertence a Edson de Godoy Bueno, diretor-presidente da própria Amil. Entre os principais ativos da companhia estão três hospitais, que já eram administrados pela Amilpar. | Trombada no caixa A Toyota Motor estima que o recall anunciado pela montadora em todo o mundo vai lhe custar 100 bilhões de ienes ( US$ 1,1 bilhão). A Toyota espera perder vendas de 100 mil veículos em todo o mundo como reflexo do recall. | | | | | |
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