| Nesta edição: Santander, Olimpíadas, rio, Banco do Brasil, Mapfre, SulAmérica, Hypermarcas, Cemig, Light, Santelisa, Petrobras, Quattor, Pompom, Jontex, Olla, Telefônica, GVT, Belo Monte, OGX, Carrefour, Bajaj |
 | | | |  | Santander faz a maior oferta de ações desde o início da crise Brasil deve ter em 2009 deve o segundo melhor ano de IPOs A unidade brasileira do espanhol Santander realizou nesta semana a maior oferta pública de ações desde o início da crise financeira. A instituição levantou R$ 14,1 bilhões, vendendo 600 milhões de units (união de ações preferenciais e ordinárias em um único papel), a R$ 23,50 cada - valor que embutiu um desconto de 6,7%. A forte demanda, que ultrapassou em mais de 10 vezes a oferta, impôs um rateio de 8,14% aos investidores, o que levou o mercado a esperar uma corrida pelos papéis no primeiro dia de negociação. Para promover uma melhor formação de preço, a Bovespa realizou um leilão na abertura do pregão, mas contrariando as previsões, as units caíram quase 4% na estréia. Apesar disso, os especialistas mantiveram suas recomendações para os papéis da instituição, destacando que no longo prazo as perspectivas para o banco e para o setor bancário no Brasil são muito atrativas. A expectativa é de que 2009 seja o segundo melhor ano em ofertas de ações no Brasil. As operações registradas neste ano somam R$ 37,6 bilhões, mais que o registrado durante todo o ano de 2006 e 2008. | |  | | Olimpíada no Rio exigirá US$ 14 bi em investimentos Vitória sobre cidades mais ricas comprovam a importância econômica e política atual do país A vitória do Rio de Janeiro para sediar os Jogos Olímpicos de 2016 sobre as cidades concorrentes mais ricas como Madri (Espanha), Tóquio (Japão) e Chicago (EUA) evidenciam a ascensão do país como uma potência econômica e política. A oportunidade que foi dada ao Brasil, entretanto, traz consigo também grandes desafios. As cifras de uma Olimpíada são bilionárias tanto do ponto de vista dos investimentos quanto do retorno financeiro. Segundo o governo, os Jogos podem gerar US$ 51,1 bilhões em negócios e criar 120.000 empregos durante a fase de preparativos. Já os recursos necessários para o planejamento e construção de instalações esportivas e obras gerais de infraestrutura são estimados em US$ 14,4 bilhões. Os setores diretamente ligados ao evento, como turismo, construção, transporte, mídia e energia, devem ser os mais beneficiados pelo evento. Portanto, pode-se esperar que as ações de empresas como Gol, TAM, Dufry, Localiza, InvestTur, GP Investimentos, Gerdau e Light tenham forte valorização nos próximos meses, avalia o banco de investimentos Credit Suisse. | |  | | Telefônica faz oferta de R$ 6,5 bilhões pela GVT Aquisição pode reduzir os dividendos pagos pela Telefónica a seus acionistas | A Telefônica anunciou que fará uma oferta de R$ 6,5 bilhões - ou R$ 48 por ação - para assumir o controle da concorrente GVT. A empresa deseja adquirir 100% das ações da GVT, mas a oferta terá validade com qualquer resultado acima de 51%. No mês passado, a Vivendi firmou um acordo com os acionistas controladores da GVT para lançar uma oferta pública amigável para a aquisição de 100% da GVT ao preço de R$ 42 reais por ação, 12,5% a menos do que a Telefônica ofereceu. Para analistas, a compra da GVT pela Telefônica poderia reduzir os dividendos pagos aos acionistas do grupo espanhol, uma vez que seria necessária a utilização das reservas de caixa. |  | Hypermarcas avança com novas aquisições Em uma semana, empresa compra Pompom e fabricantes de preservativos Jontex e Olla  | A Hypermarcas está rapidamente colocando em prática sua estratégia de expansão por aquisições. A companhia anunciou nesta semana a compra da fábrica de fraldas Pompom e a das fabricantes de preservativos preservativos Jontex e Olla. Pela Pompom, a empresa desembolsou R$ 300 milhões, pagando mais US$ 221 milhões pelas fabricantes de preservativos. As aquisições foram bem recebidas pelo mercado, e as ações da Hypermarcas dispararam na bolsa nesta quinta-feira. Na semana passada, a corretora Coinvalores recomendou a compra das ações da empresa, prevendo uma valorização de 25% para os papéis em 12 meses. | |  | | BB se associa à Mapfre e negocia com a SulAmérica Para analista, fim da parceria com BB é negativa para SulAmérica Investindo no segmento de seguros, o Banco do Brasil firmou parceria com a Mapfre e encerrou a sociedade que tinha com a SulAmérica em veículos, assumindo totalmente a Brasilveículos. No segmento de saúde, BB e SulAmérica devem rever seu acordo na Brasilsaúde. De acordo com o jornal Valor Econômico, a SulAmérica pretende utilizar o R$ 1 bilhão que tem em caixa para comprar a parte do BB na sociedade ou pelo menos a sua carteira de clientes. Para analistas, o fim da parceria com o BB prejudica a SulAmérica, que perde um importante canal de distribuição e ganha um forte concorrente. | |  | | | Unidas por Belo Monte A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, está tentando montar um consórcio que junte Vale, CPFL e Neoenergia, empresas nas quais detém participações relevantes, para disputar a usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu. | | Petrobras nega negociações A Petrobras diz que não recebeu nem fez qualquer proposta sobre a sua participação na petroquímica Quattor. Segundo rumores, a Braskem e a Petrobras estariam costurando a entrada da principal concorrente da Quattor na companhia. | OGX encontra petróleo A OGX, petrolífera do empresário Eike Batista, encontrou petróleo em poço na Bacia de Campos, a aproximadamente 85 quilômetros da costa do Rio de Janeiro. Nesta semana, a empresa encontrou também indícios de petróleo e gás na Bacia de Santos. | Tempos difíceis para Santelisa A Santelisa Vale Bioenergia registrou prejuízo de R$ 1,225 bilhão no exercício fiscal de 2009. A situação financeira da empresa, segundo a consultoria PricewaterhouseCoopers gera, \"dúvida sobre sua continuidade operacional\". | Carrefour diz que fica A rede de supermercados Carrefour negou informações publicadas pela imprensa francesa de que iria abandonar o mercados emergentes, incluindo o Brasil. Segundo a empresa, Brasil e China continuam sendo prioridades. | Cemig e Light juntas A Cemig admitiu estar em negociações para a compra das participações da Equatorial Energia e da Andrade Gutierrez no consórcio Rio Minas Energia (RME), acionista controlador da Light. O negócio reforça a estratégia de expansão da empresa, que já tem o controle da Terna. | Made in Brazil A montadora indiana Bajaj Auto planeja construir uma fábrica na Zona Franca de Manaus em 2010, segundo reportagem da agência de notícias Press Trust of India, citando como fonte o vice-presidente da companhia, Madhur Bajaj. | |
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