| Eleições, economia e negócios |
| Em agosto de 2002, com a proximidade do pleito que definiria o sucessor de Fernando Henrique Cardoso, o mercado entrou em pânico. O dólar e o risco Brasil cresciam na mesma proporção em que aumentavam as dúvidas quanto à manutenção de uma política econômica racional pelo candidato favorito, Luiz Inácio Lula da Silva. A história que se seguiu é conhecida de todos. Felizmente, o governo Lula assumiu o papel de guardião da estabilidade conquistada, o que nos deu as condições para o crescimento atual. O roteiro agora parece diferente em pelo menos um aspecto crucial: nenhum dos pré-candidatos com alguma chance questiona a enorme conquista que foi a estabilidade. É uma vitória da sociedade. O resultado das urnas é, portanto, indiferente para o futuro do Brasil? Evidentemente, não. Embora guardem semelhanças, os candidatos pensam o país de forma diferente, têm histórias diversas e maneiras próprias de executar seus planos. Como eles enxergam o papel do Estado e das empresas privadas na economia, como analisam o atual ambiente de negócios, o que valorizam e o que não valorizam fará toda a diferença nos próximos anos. Estamos às portas de uma decisão vital para nossos filhos e netos. Seremos um Brasil que cresce ou um Brasil realmente desenvolvido? Vamos tomar as decisões necessárias - e difíceis - que determinam o limite entre esses dois estágios? Para jogar luzes sobre as crenças e ideias dos principais candidatos a ocupar o Planalto, EXAME inicia nesta edição uma série de reportagens que incluem o perfil econômico dos postulantes, além de análises e propostas para algumas das principais questões que retardam a trajetória brasileira rumo à real prosperidade. Começamos com o perfil e uma entrevista de Dilma Rousseff, que fala sobre o papel do Estado na economia, o relacionamento com a iniciativa privada e as reformas que pretende - e as que não pretende - fazer em seu primeiro ano de mandato, caso eleita. A sociedade que superou o caos na economia agora precisa vigiar a construção do futuro.  |
| Assinou, mas não gostou |
| Michael Klein conta a EXAME por que decidiu renegociar a maior fusão do varejo brasileiro |
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| O consumo é chinês. Já o fôlego... |
| O Brasil vive um ritmo anualizado de crescimento superior a 8%. Dá para sustentar? |
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| Os chineses serão os próximos? |
| Ainda desconhecidas no Brasil, duas das maiores montadoras chinesas preparam sua chegada ao país |
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| O salário é por conta dos patrocinadores |
| Para bancar a contratação de jogadores estrelados, os clubes de futebol brasileiros partiram para novos modelos de patrocínio |
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| ...E a crise levou |
| Maior estúdio de cinema americano no passado, a MGM hoje é sinônimo de fiascos nas telas |
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| A saída é partir para o interior |
| Para dobrar de tamanho até 2011, a construtora Rossi criou uma peculiar estrutura de expansão |
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| Uma sobrevida para o sushi? |
| A corrida para evitar a extinção do atum-azul, um dos peixes mais valorizados do mundo |
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| Ele investe na contramão |
| No auge da "brasilmania", a elite dos gestores de recursos do país lança fundos que investem no exterior |
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| O que ela quer para o Brasil |
| O que a candidata do PT, Dilma Rousseff, pretende - e o que não pretende - fazer nas áreas mais importantes da economia |
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| A nova onda do guru |
| O novo livro do maior guru do marketing, Philip Kotler |
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| "O velho PC está morto" |
| Para o vice-presidente de computação pessoal da HP, as novas máquinas estão revolucionando a forma como o conteúdo é consumido |
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